A relação entre a inteligência cibernética de Israel e o ecossistema de dados dos EUA viveria ainda um momento de "divórcio técnico" e realinhamento estratégico. Após setembro de 2025, a Microsoft restringiu o acesso de Tel Aviv a ferramentas avançadas de IA generativa e reconhecimento facial no Azure. Relatórios internos indicaram que Israel estaria usando o Azure para alimentar um sistema IA de seleção de alvos com uma margem de erro considerada inaceitável por padrões corporativos da Microsoft. Sem a nuvem da empresa estadunidense, Tel Aviv teria perdido parte da capacidade de processamento em larga escala, o que contribuiria para a "cegueira" informativa que tenderia a produzir erros de identificação de alvos..
Donald Trump voltou a afirmar que venceu a guerra contra o Irã no primeiro dia. Que os restantes dias até hoje estão servindo para "terminar o trabalho", e que agora vai cuidar "do estreitos" onde ele deve ter incluído o nó na economia mundial dado por Teerã no “Estreito de Ormuz".Penso diferente. EUA e Israel iniciaram a guerra como japoneses que atacaram Pearl Harbor, um ataque em meio a uma rodada de negociação de paz. Afundaram a moral que já estava boiando na lama, no sangue de crianças persas ao bombardear por maldade ou. imperícia mais de centena e meia de meninas, funcionários e professoras em uma escola de infantil.
Após 11 dias da barbárie, investigações divulgadas hoje confirmaram que foi um míssil Tomahawk, dos Estados Unidos, que atingiu a escola primária para meninas em Minab, no sul do Irã, na manhã do dia 28 de fevereiro, matando mais cerca de 170 pessoas, a maioria crianças e professores.
As evidências públicas de autoria dos EUA constam de análises de vídeo realizadas por especialistas, incluindo confirmações de meios de comunicação e relatórios preliminares do próprio governo dos EUA. Notas de fontes diversas confirmam que o míssil era de fabricação norte-americana e parte de um ataque cujo alvo seria a Guarda Revolucionária Iraniana.
Notas sugerem que oficiais do Comando Central dos EUA (CENTCOM) utilizaram dados de inteligência defasados fornecidos pela Agência de Inteligência de Defesa (DIA).
O prédio destruído no ataque abrigava a escola infantil há anos antes, cedido por uma unidade da Guarda Revolucionária.
Apesar de já ter conhecimento de relatório destas evidências, o presidente Donald Trump negou até o domingo, 8, responsabilidades dos EUA, atribuindo sem dúvidas o ocorrido a suposta "imprecisão das armas iranianas".
O ataque é considerado um dos mais letais para civis na atual guerra.Se supomos que os EUA usem escudos por satélite como espinha dorsal, pode ter imposto filtros de soberania no software. Por exemplo, Israel receberia os dados de posicionamento e comunicação do escudo, mas não teria acesso ao "código-fonte" ou a camadas criptografas de segurança.
Para evitar episódios de fogo amigo ou bombardeio de alvos
exclusivamente civis, os EUA terriam exigido que qualquer alvo identificado pela IA
israelense passasse por uma validação cruzada nos servidores da defesa
estadunidense, via satélite. antes de ser autorizado para baterias de mísseis
integradas. Isto em escala mínima de segundos, em baixíssima latência,
supondo que estamos falando de caças e mísseis ultrassônicos.
Talvez por sentir-se vulnerável pela dependência de
empresas parceiras, mas estrangeiras, Israel iniciou o desenvolvimento de uma
camada de IA soberana na tentativa de rodar localmente ou mesmo em minis-datas
centers móveis para que seus sistemas de defesa (Iron Dome/David's Sling)
oferecessem dados para decisões sem esperar anuência de terceiros, o que gera,
sem dúvida tensão diplomática constante e promove um cenário de degradação de
inteligência.
Se pode aventar a hipótese de que o ataque à escola de
meninas no Irã teria ocorrido em meio a esse "apagão" de cooperação.
Há três mecanismos técnicos que podem ter causado o desastre. Regressão ao
momento tecnológico de escolha do "Alvo por Probabilidade", em que,
sem o acesso total à nuvem (ao cérebro) e aos dados de alta precisão filtrados
pelo escudo, o sistema pode ter voltado a utilizar algoritmos locais menos
refinados, que tenderiam a identificar "anomalias de calor" ou
"padrões de movimento" como alvos militares, sem a verificação humana
ou satelital necessária para distinguir uma escola de um quartel.
Na faina de rodar sua própria IA sem a moderação de
servidores estrangeiros, o sistema pode ter sofrido uma "alucinação de
dados". Sob estresse e interferência de sistemas usados pelos persas,
sinais de celulares das crianças ou de geradores elétricos da escola sem
filtros de última geração poderiam ter sido interpretados como uma base de
lançamento de drones.
Com o sistema territorial local parcialmente
"isolado" da rede de consenso mais geral, não pode ser afastada a
hipótese da "alucinação" da IA Soberana, que decidiria pela operação
em modo autônomo.
Nesse modo, o tempo de decisão é reduzido a milissegundos,
e o sistema prioriza a destruição da ameaça percebida antes que o antagonista
dispare, o que prejudica ou elimina a camada de revisão ética que os protocolos
automatizados consensuais estão construindo. Admitir uma falha nesse nível da
operação imposta pela exclusão ou parcial isolamento do sistema territorial
local pelos protocolos de consenso, é concluir que foi aberta a estrada para a
criação de um monstro tecnológico fora de controle.
Relatórios de campo ajudam a entender as hipóteses em
exames. Eles indicam a presença de componentes eletrônicos e fragmentos de
metal que evidenciam ter sido um míssil "made in usa" equipada com
kits de guiagem da mesma origem que explodiu a escola de meninas iraniana.
Bombas assim dependem de coordenadas precisas. Se houve
interferência do sistema usado pelos persas (de ruídos ou hakeamento) ou se o
sistema de mapeamento estava operando com dados desatualizados (pelo isolamento
da nuvem Azure), a bomba poderia até desviar muitos metros do alvo original ou,
como mais parece, ter sido programada com coordenadas erradas.
A hipótese de que a escola foi confundida com um alvo
iraniano é forte devido ao "Efeito Fantasma", quando a proximidade de
infraestruturas civis é usada para ocultar lançadores móveis. Por exemplo, se
um sistema de mísseis iraniano esteve posicionado nas proximidades da escola
horas antes do lugar ter sido alvejado, a área pode ter sido marcada como
"ativa". Ainda, equipamentos de comunicação iranianos operam em
frequências que, sob forte interferência, podem mimetizar o ruído eletrônico de
uma escola cheia de dispositivos Wi-Fi e celulares.
Sem o "filtro de clareza" dos supercomputadores
da rede de consenso, um sistema soberano semi-isolado poderia interpretar o
volume de sinais da escola como um posto de comando e controle. Assim poderia
ter ocorrido se o parceiro mais fiel tivesse usado o projeto soberano próprio,
menos sofisticado, sem as camadas de segurança e "check-and-balance"
impostas pelo consenso geral.
A provisão da conexão de internet via satélite. sem o data
center para processar as imagens e distinguir "criança" de
"soldado", poderia ser chamada de operação "às cegas",
confiando em algoritmos locais que priorizaram letalidade sobre a identificação
precisa.
O surpreendente no episódio é o silêncio das fontes de 11
dias sobre a munição, sobre de que IA, a consensual ou a soberana, partiu o
"erro de cálculo". Mas é segredo de polichinelo a resguardar
reputações a ser logo ali configuradas. Ainda que a responsabilidade se torne
um emaranhado jurídico e ético entre o fornecedor da arma, o fornecedor da
conexão e o operador do software, a diferenciação entre quem fabricou e quem
disparou é feita através da chamada técnica forense de munição, que cruza o
hardware encontrado com os registros de exportação e os dados da rede de
comando.
O rastreamento pelo "DNA" dos fragmentos
informará quem fabricou a bomba, o lote que frequentou e a quem foi enviada. As
informações são gravadas em placas de circuito e carcaças de aço que
identificam o contrato de venda específico e permitem saber em que ano a
munição foi entregue, se o fragmento pertence a um lote de janeiro de 2026, se
ele veio de uma remessa de emergência para quem no Oriente Médio.
O fragmento revela quem fabricou, o "rastro
digital" identifica quem apertou o gatilho. Bombas modernas possuem,
inclusive, módulos de memória que armazenam as últimas coordenadas inseridas.
Se os investigadores da ONU, por exemplo, acessarem os registros de tráfego do
sistema de consenso, poderá "ver o exato momento" em que um caça,
identificado pelo seu ID de rede, enviou o comando de disparo para aquelas
coordenadas específicas.
Satélites de infravermelho captam o "flash" do
lançamento e o perfil térmico do caça. Cruzando o horário do flash com a rota
do da aeronave, confirma-se a autoria.
Para fins de dirimir dúvidas e colaborar com certeza as
bombas têm padrões de design diferentes e componentes eletrônicos com
inscrições na língua de seus fabricantes.
Se o fragmento tiver códigos da OTAN (Cage Codes), a arma
pode ter procedência em um país e operada sob licença em território de outro.
A investigação dos EUA ainda não se concluiu e é
considerada "reservada" talvez porque já saibam do que estamos aqui
aventando como como hipótese, condicionais, esquemas vagos. E já saberiam não porque consultaram as
estrelas ou os oráculos, mas porque têm acesso aos da rede satelital onde está
gravado qual aeronave transmitiu os dados de ataque.
Admitir publicamente o ocorrido implica em apontar o
responsável por um crime de guerra cometido com tecnologia de algum
proprietário de alguma nação. Certo mesmo, até aqui, é que a análise de
inteligência sobre o ataque à Escola Shajareh Tayyebeh, em Minab (sul do Irã),
no dia 28 de fevereiro de 2026, revela um cenário de erro catastrófico
alimentado pela degradação tecnológica:
Que imagens de satélite capturadas dias antes do ataque
indicavam que o Irã havia posicionado baterias de mísseis em valas rasas
cobertas com redes antidrone em diversas províncias.
Que a escola em Minab estava localizada nas proximidades de
uma base naval da Guarda Revolucionária (IRGC), que também foi alvo de ataques
aéreos no mesmo dia.
Que é altamente provável que o sistema de IA operando sem o
filtro do protocolo de consenso tenha detectado a assinatura eletrônica de
lançadores móveis iranianos (como os modelos Fateh ou Zulfiqar) que se
movimentaram pela zona escolar para evitar a detecção.
Que, sem a capacidade de processamento de imagem em alta
resolução, que a nuvem Azure fornecia, o sistema pode ter "travado" o
alvo na estrutura física mais proeminente da área: a escola.
Que a urgência determinada por algoritmos orientados pela
letalidade tenha possibilitado o bombardeiode uma escola como se quartel fosse, crianças que não
serão soldados, o que, por certo, não era o objetivo dos criadores de IA e
senhores da guerra em geral. Até porque, o Irã fica muito distante de
Washington e Tel Aviv, embora limite com o Estreito de Ormuz, e persas não são
árabes como os palestinos massacrados no confinamento do Gueto de Gaza tornado
campo de extermínio.