Em 8 de janeiro de 2026, o governo da Venezuela anunciou a libertação de um "número significativo" de presos políticos, incluindo cidadãos venezuelanos e estrangeiros. Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional, descreveu a medida como um "gesto unilateral para consolidar a paz" e a convivência nacional.
A decisão ocorre poucos dias após forças dos Estados Unidos sequestrarem Nicolás Maduro em uma operação militar no último final de semana. Atualmente, o país é lpresidido por Delcy Rodríguez, a então vice-presidenta de Maduro, irmã do presidente da Assembléia Nacional.
O Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou a libertação de cinco cidadãos espanhóis, que já estão sendo assistidos pela embaixada em Caracas para retornar ao seu país. Entre os libertados está a ativista de direitos humanos e especialista em segurança Rocío San Miguel, cuja soltura foi confirmada por fontes da oposição e do governo espanhol.
Embora o governo não tenha divulgado o número exato, organizações de direitos humanos estimam que o país mantinha entre 800 e 1.000 presos políticos antes desta medida, muitos detidos após os protestos eleitorais de 2024. A libertação está sendo realizada de forma imediata em prisões notórias como El Helicoide, em Caracas.
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