08 janeiro, 2026

Censura à imprensa em zonas de guerra

Preocupa a imposição de censura à imprensa em zonas de guerra.

Em Gaza, na Ucrânia, na Venezuela, por suposto

Perdi as contas de quantas reportagens as redes de tevê e mídia brasileiras não fizeram em Gaza e Cisjordânia nos últimos dois anos, onde mais de duas centenas de jornalistas foram assassinados pela ocupação militar sionista da terra palestina que já dizimou 70 mil pessoas, a maioria mulheres e crianças.

Da IA do Google
Até o início de janeiro de 2026, os números de jornalistas e profissionais de mídia mortos na Faixa de Gaza desde o início do conflito em outubro de 2023 variam de acordo com a organização monitoradora:
Sindicato dos Jornalistas Palestinos e Fórum de Jornalistas Palestinos: Registram 257 mortes até 3 de janeiro de 2026.
Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ): Em dados atualizados até 6 de janeiro de 2026, a organização confirmou a morte de pelo menos 206 jornalistas palestinos especificamente em Gaza, integrando um total de 249 profissionais mortos em toda a região do conflito (incluindo Líbano, Israel e Iêmen).
Federação Internacional de Jornalistas (FIJ): Documenta pelo menos 258 jornalistas e profissionais de mídia mortos no território.
Contexto de 2025 e 2026
O ano de 2025 foi extremamente letal para a categoria, com pelo menos 55 jornalistas mortos em Gaza apenas naquele ano. Relatórios de organizações como a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e a FIJ destacam que Gaza continua sendo o lugar mais perigoso do mundo para o exercício do jornalismo, com taxas de mortalidade profissional sem precedentes históricos.
O conflito é considerado o período mais mortal para jornalistas desde que o CPJ começou a coletar dados em 1992.
...
Me preocupa também a imposição da censura à imprensa em zonas de guerra. Em Gaza, na Ucrânia, na Venezuela, por suposto.

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