A Estação Central de Tel Aviv-Savidor foi um dos alvos atingidos por ataque massivo de mísseis iranianos em 18 de março de 2026. A companhia ferroviária nacional suspendeu as operações de trens em todo o país, interrompendo o fluxo de civis e, potencialmente, o deslocamento de reservas militares. O sistema ferroviário é o principal modal de transporte público de Israel.
Já o sistema rodoviário em torno de Tel Aviv e das regiões centrais da cidade enfrenta bloqueios na Rodovia Ayalon (Rota 20), a principal artéria de Tel Aviv, com vários trechos interditados devido à queda dos destroços e a movimentação intensa de veículos de emergência, socorro e resgate. Há relatos sobre crateras em vias secundárias em Ramat Gan e Bnei Brak, causadas por impactos diretos de mísseis decorrente de falhas de interceptação.
O Aeroporto Internacional Ben Gurion sofreu impactos significativos de estilhaços de mísseis interceptados e de um impacto direto próximo ao perímetro que danificaram aeronaves civis estacionadas, quebrando vidraças de terminais. Todas as decolagens e pousos civis foram suspensos imediatamente após o ataque iraniano, passando o aeroporto a operar apenas para voos militares e de emergência/repatriação sob estrita coordenação. Passageiros que estavam no terminal foram movidos para abrigos subterrâneos fortificados, onde permaneceram por várias horas.
O Comando da Frente Interna de Israel orientou que civis evitem deslocamentos não essenciais, pois ainda há risco de munições não detonadas (especialmente das bombas de fragmentação usadas pelo Irã) espalhadas por vias públicas. Os estabelecimentos comerciais foram fechados, as aulas suspensa e fàbricas operam em situação de sobreaviso, apenas as que têm abrigos antibombas à distância protovolar. Linhas de ônibus que cruzam o centro de Tel Aviv foram desviadas.
O governo priorizou o uso das rodovias para o deslocamento de baterias de defesa aérea e suprimentos médicos. Dias antes (em 12 de março), a mesma infraestrutura ferroviária fora alvo de ciberataque que hackeara painéis de informação nas estações de Tel Aviv e Herzliya, exibindo mensagens falsas de que as estações não eram seguras e ordenando evacuação imediata para gerar pânico.
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