I. A Chaga Moral e o Infanticídio Tecnológico
O assassinato de 165 meninas ( de 7 a 12 anos) em uma escola no Irã, por um míssil "ainda sem autor" no contexto da sucessão pós assassinato de Ali Khamenei, é o marco terminal da moralidade ocidental e oriental. Quando a "precisão" de Israel e dos EUA e o "martírio" de Teerã resultam em pátios escolares ensanguentados, a guerra - sempre a falência da humanismo - deixa de ser política para se tornar um crime contra a espécie. Este evento mundializa a vingança, transformando Big Techs e infraestruturas digitais em "alvos legítimos" de um ódio sem mais quaisquer fronteiras.
II. O Escudo dos Dossiês e a Sobrevivência dos Tiranos
A paz é hoje refém de processos criminais e chantagens. Benjamin Netanyahu necessita da guerra para evitar a prisão; a ala de Donald Trump nos EUA utiliza o conflito para alimentar o o pantagruélico apetite multibilionário do complexo industrial-militar doméstico e silenciar em casa fantasmas como o Dossiê Epstein. A "Sextorsão" e o lucro bélico tornaram-se os verdadeiros motores da escalada, onde a vida de milhões é penhorada para garantir a impunidade de poucos.
A paz é hoje refém de processos criminais e chantagens. Benjamin Netanyahu necessita da guerra para evitar a prisão; a ala de Donald Trump nos EUA utiliza o conflito para alimentar o o pantagruélico apetite multibilionário do complexo industrial-militar doméstico e silenciar em casa fantasmas como o Dossiê Epstein. A "Sextorsão" e o lucro bélico tornaram-se os verdadeiros motores da escalada, onde a vida de milhões é penhorada para garantir a impunidade de poucos.
III. A Doutrina do Estômago: Pão na Mesa, Gás no Aquecedor
Frente a imenência do colapso, emerge a Neutralidade Ativa dos BRICS. Liderados por China, Índia e a diplomacia humanista do Brasil, bloco que busca impor a Doutrina do Estômago. O objetivo é declarar o Estreito de Ormuz e as rotas de grãos como zonas sagradas. É o reconhecimento de que, enquanto os líderes buscam o martírio ou a hegemonia, 8 bilhões de pessoas buscam calorias e energia. Se o "Domo de Ferro" protege cidades, o "Domo do Pão" deve proteger a vida civil global contra o choque do petróleo em espiral rumo aos US$ 200 por barril.
Frente a imenência do colapso, emerge a Neutralidade Ativa dos BRICS. Liderados por China, Índia e a diplomacia humanista do Brasil, bloco que busca impor a Doutrina do Estômago. O objetivo é declarar o Estreito de Ormuz e as rotas de grãos como zonas sagradas. É o reconhecimento de que, enquanto os líderes buscam o martírio ou a hegemonia, 8 bilhões de pessoas buscam calorias e energia. Se o "Domo de Ferro" protege cidades, o "Domo do Pão" deve proteger a vida civil global contra o choque do petróleo em espiral rumo aos US$ 200 por barril.
IV. A OTAN Fragmentada e a Cartada Curda
A instrumentalização de minorias (como os Curdos, pela CIA) para implodir o Irã por dentro ameaça incendiar a Turquia e estraçalhar a coesão da OTAN. Membros como Espanha, França e Portugal (na base militar de Lajes, nos Açores) hesitam em ser arrastados para um conflito que serve apenas ao expansionismo de Israel ou aos interesses eleitorais americanos. A neutralidade do Iraque (liderada pelo Grande Aiatolá Ali al-Sistani.Najaf) é o último suspiro de uma espiritualidade que não aceita o extermínio, mas que hoje "leva bala de ambos os lados, de cima e de baixo".
A instrumentalização de minorias (como os Curdos, pela CIA) para implodir o Irã por dentro ameaça incendiar a Turquia e estraçalhar a coesão da OTAN. Membros como Espanha, França e Portugal (na base militar de Lajes, nos Açores) hesitam em ser arrastados para um conflito que serve apenas ao expansionismo de Israel ou aos interesses eleitorais americanos. A neutralidade do Iraque (liderada pelo Grande Aiatolá Ali al-Sistani.Najaf) é o último suspiro de uma espiritualidade que não aceita o extermínio, mas que hoje "leva bala de ambos os lados, de cima e de baixo".
V. A Insurreição da Consciência Solidária
A única luz possível reside no despertar das ruas, se os miserabilizados que cada vez em maior número montam barracas nas ruas e viadutos nas metrópoles estadunidenses e quem a eles ainda seja solidário e o cidadão exausto em Israel entenderem que o custo de apenas um míssil alimentaria uma cidade inteira. O sistema de vigilância das Big Techs e o poder dos algoritmos devem ser desafiados pela soberania do prato. Não haverá flores sobre as cinzas se não houver pão para quem as cultiva, conscientização sobre a necessidade da paz e solidariedade contra a iniquidade.
A única luz possível reside no despertar das ruas, se os miserabilizados que cada vez em maior número montam barracas nas ruas e viadutos nas metrópoles estadunidenses e quem a eles ainda seja solidário e o cidadão exausto em Israel entenderem que o custo de apenas um míssil alimentaria uma cidade inteira. O sistema de vigilância das Big Techs e o poder dos algoritmos devem ser desafiados pela soberania do prato. Não haverá flores sobre as cinzas se não houver pão para quem as cultiva, conscientização sobre a necessidade da paz e solidariedade contra a iniquidade.
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